Aos mestres, meu carinho. E minha empresa.

Ficamos aqui o dia todo trabalhando até cansar.

Foi uma maratona de reuniões, pesquisas, produção de peças e textos, busca por inspirações e alguns minutinhos para comer, fazer xixi e beber água.

Tirando as três últimas coisas, nada disso teria ocorrido, pelo menos não para mim, se não tivesse sido a Tia Cláudia, minha primeira professora, lá de maternal, que me ajudou a distinguir melhor cores, formas e letras.

Também não teria acontecido sem a Tia Ana Elisa, de quem tenho tantas saudades, que foi minha professora de primeira série e me fez querer ser professora (ainda não realizei esse sonho, mas quem sabe?).

Jamais, em tempo algum, eu estaria atendendo clientes se não tivesse nisso a contribuição do Geraldo, meu professor de história/geografia da oitava série, que ensinou muito mais do que história do mundo: contou pra gente, com tanto cuidado, a sua própria história, seus próprios erros, para que não os cometêssemos na nossa trajetória.

Também não teria TWM se não fosse as Sandras, Assis e Ferreira, que acompanharam meu português e minha redação rumo ao vestibular.

Ah, e se não fosse o Maurício, a Lorena, o Edmundo, o JJ e o Léo Cunha… o que seria do meu jornalismo, minhas necessidades comunicacionais e minha formação ética sem eles?

Devo meus passos também a pessoas como o professor Alessandro, do MBA, e a Carol Borges, do segundo MBA, que hoje enxergo como parceiros em projetos fora de sala de aula.

Sem essas pessoas, não haveria nenhum cliente pra fazer reunião, fazer pesquisa, fazer texto, fazer comunicação e nem comer durante esse dia cheio que eu tive.

Hoje não é, apenas, o dia dos professores: é o dia da gratidão. Citei poucos nomes senão seria infindável minha lista, mas sei de cor e salteado os nomes de todos os mestres que tive durante a vida.

Claro que devo muito aos médicos que me mantiveram viva até então, e também aos meus pais, que me deram todo o apoio (e o dinheiro) para conseguir conhecimento da melhor qualidade; mas, não fossem os professores, eu sequer conseguiria formular uma frase desse post.

E, bem, vocês sabem, é com posts que eu ganho a vida.

Por isso, que todos os professores do mundo tenham não só um feliz dia dos professores, mas também muita esperança de dias melhores. Eles virão, tenho certeza. Não esmoreçam na causa, pois vocês merecem. E fiquem tranquilos: apesar de muitas pessoas não terem tempo de agradecer a vocês hoje (eu cheguei aos 45 do segundo tempo!), é porque estão ocupadas.

E se estão ocupadas, é porque vocês as guiaram direitinho.

Aos professores do Brasil, meu respeito, minha honra de conviver com vocês e meu eterno agradecimento.

Principalmente às turmas do Pingo d’Água, da Escola Estadual Maria Teresa, do Instituto Auxiliadora, do Colégio Batista Mineiro, do UniBH, da UNA e do BI International. Vocês me deram a motivação suficiente para, hoje, querer transformar o mundo em um lugar ainda melhor. Principalmente pra vocês.

Um grande abraço da aluna que nem sempre tirou A, mas sempre teve seus professores no mais alto conceito.

In Memorian

Esse primeiro post de dia dos professores que faço de maneira institucional é dedicado a três mestres que tenho vivos na minha memória, mas que não fazem mais parte do nosso mundo físico: tia Ana Elisa (falecida em 2001), Jair Kaeser (2014) e tio Ivis (2014), que foi meu tio biológico, mas mostrou na sua partida o quanto deixou de legado na sua casa, UFSJ.

Que as estrelas deles sempre nos iluminem para a sorte.

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